quinta-feira, 8 de abril de 2010
quarta-feira, 7 de abril de 2010
terça-feira, 6 de abril de 2010
Pulseiras... ou pretexto
O que há por trás dos ataques sofridos por adolescentes nos últimos dias?
Não acredito que uma simples pulseira com ou sem conotações sexuais tenham sido o real motivo para os estupros e assassinatos ocorridos em vários estados brasileiros. Mesmo que haja um código implícito nas cores, é algo que deveria ficar no circulo de amizade de quem as usa, não uma permissão para que qualquer desconhecido se aproveite e coloque para fora seus reais instintos. Pior ainda são as autoridades quererem punir as pulseiras, não os criminosos que se aproveitaram de uma brincadeira "inocente" de meninos e meninas que as usam muito mais por modismo que para anunciar aos quatro ventos que estão prontas para se acasalar com qualquer macho ou fêmea que por ventura arrebente uma das tais pulseirinhas do sexo.
Criminoso é criminoso com ou sem as pulseiras e elas foram apenas um pretexto para atacarem as vítimas que o seriam de uma forma ou outra.
Como vivemos numa sociedade de crimes impunes, muito mais os sexuais, todo cuidado é pouco.
sexta-feira, 2 de abril de 2010
QUEM ESTA MENTINDO?
quinta-feira, 1 de abril de 2010
Hora H.
Dissertações sobre a morte...
A única coisa que nos é certa, após nascermos, é que um dia morreremos. Parece que ao longo do tempo nos esquecemos disto e nos envolvemos com a vida e tudo que ela nos dá. Passamos os dias como se eles fossem infinitos e nós eternos, criação divina que como deuses não findam. Nos tornamos egoístas, maldosos, bondosos ao extremo, fanáticos religiosos e acima de tudo vingativos. Somos controversos e com o passar dos dias, perdemos o olfato para o cheiro da morte que nos ronda, mesmo que pessoas caiam a todo instante ao nosso redor
Por ser algo que tememos e pouco ou nada compreendemos, criamos mitos e a imaginamos como alguma coisa feia, assustadora. Na verdade não é. Em meu modo de pensar a MORTE e como o nascimento, passamos para um outro mundo desconhecido. Se é verdade ou não, nem sempre importa, pois todos em todos os tempos, tiveram que enfrentar o fim para o qual nunca foram preparados e criaram uma história, uma lenda que justificasse o fato de pessoas morrerem. Ainda em nossos dias, essa passagem natural esta cercada de tabus e medos. Sabemos que há religiões que não permitem transfusão de sangue, doações de órgãos e outras atitudes que só são possíveis na espécie humana. Muitos de nós, imaginamos a morte como uma caveira vestida de negro, com uma foice nas mão e que pode nos ceifar a vida a qualquer momento. Há quem imagine que ela seja uma mulher, outros que seja homem e cada povo tem seu próprio modo de encarar a morte.
A vida é apenas uma travessia.
Parece que enquanto navegamos, criamos barreiras para ofuscar nossa visão e continuamos como se morrer nunca acontecerá conosco.
Creio que se tivéssemos este sentido de finitude, poderíamos aproveitar melhor a vida que temos, mas talvez a falta de alguns sentimentos como ambição, nos deixasse como os animais, sem mudar o ambiente e transformar os recursos que temos. Por isso somos diferentes.
Vemos a morte de maneira diferente.
Vemos a morte de maneira diferente.
Por ser algo que tememos e pouco ou nada compreendemos, criamos mitos e a imaginamos como alguma coisa feia, assustadora. Na verdade não é. Em meu modo de pensar a MORTE e como o nascimento, passamos para um outro mundo desconhecido. Se é verdade ou não, nem sempre importa, pois todos em todos os tempos, tiveram que enfrentar o fim para o qual nunca foram preparados e criaram uma história, uma lenda que justificasse o fato de pessoas morrerem. Ainda em nossos dias, essa passagem natural esta cercada de tabus e medos. Sabemos que há religiões que não permitem transfusão de sangue, doações de órgãos e outras atitudes que só são possíveis na espécie humana. Muitos de nós, imaginamos a morte como uma caveira vestida de negro, com uma foice nas mão e que pode nos ceifar a vida a qualquer momento. Há quem imagine que ela seja uma mulher, outros que seja homem e cada povo tem seu próprio modo de encarar a morte.
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