...ou o que comemoramos?
Todo final e começo de ano é a repetição do anterior. Falsidade a flor da pele, e a mesma indagação: Afinal, o que estamos comemorando? A MORTE de alguém (representado pelo ano que se vai) ou o nascimento de outro que renova o desejo, mas quase nunca a ação! Morte/Vida. Celebramos a morte daquilo que nos foi ruim, e desejamos sinceramente que algumas pessoas também se fossem com o ano velho e comemoramos o nascimento de um novo ano que nos traga tudo aquilo que não fomos capazes de conseguir em um ano inteiro. Assim como nas orações que fazemos nessas datas, apenas uma repetição decorada e sem grandes convicções dos desejos emanados; Tenha muito dinheiro, saúde e paz. Amém. Sempre achei que estas festas nada me diziam e por não querer comemorar como faz a maioria, recebi criticas ferozes. Agora que já sabem que não adianta me chamar para as comilanças de fim de ano, passo dias melhores. Em minha crença. amigos devem ser lembrados todos os dias e devemos estar presentes todas as horas que se fazem necessária a presença e também respeitar os momentos em que se quer ausência, por mais tentador que seja dar um palpite e oferecer ajuda. Muitas vezes ajudamos mais com o deixar sozinho, introspecto. Enfim, terminou uma década e iniciou-se outra. Pergunte-se: Como eu estava há cinco/dez anos atrás? Responda com sinceridade: O que quero para os próximos anos? Se olharmos para trás, veremos uma grande nebulosa ao lado de um enorme buraco negro. Então, já é 2011, temos uma nova presidente(a), se quiserem. Sinto me quase livre para planejar as ações desta nova década. Que os espíritos promovam o equilíbrio de minhas decisões.
segunda-feira, 3 de janeiro de 2011
sábado, 18 de dezembro de 2010
domingo, 12 de dezembro de 2010
Criações... Crias e Criaturas.
sábado, 11 de dezembro de 2010
Flying Saucer...
Quando ouvi pela primeira vez a música "London London" com a Gal Costa, a imagem que me veio a mente foi de uma 'saucicha' voando pelos céus. Como todo "SuperHeroi", tem uma capa e a cueca por cima das calças ou uma meia-calça, (não uma calça partida ao meio) e sempre estão filosofando sobre algo. Já faz muito tempo e como outros projetos, este também ficou engavetado. Mas ele tem uma estória.
quarta-feira, 8 de dezembro de 2010
domingo, 5 de dezembro de 2010
Envelhecer...
Embora sejamos uma espécie 100% cultural, ainda não aprendemos, mesmo com milhares de anos de evolução, a envelhecer. Vivemos numa busca frenética de poções mágicas de juventude e prolongamento dos anos de existência, pois muitas vezes não há vida no sentido da palavra, mas apenas uma múmia vegetativa que não se decompõe por ação de drogas e avanços científicos. Ouvimos dizer que devemos envelhecer com sabedoria, dignidade, mas nos submetemos um ritmo que não é mais nosso e nos esquecemos das limitações que o avançar da idade nos impõe. Queremos a eterna aparência dos 20 anos, mesmo que tenhamos passado dos 60 e para isso buscamos todo tipo de tecnologia a nossa disposição, não importa o preço que pagamos ou o resultado obtido depois de várias cirurgias e aplicações de drogas que nos prometem eterna aparência jovial. Mas, sempre nos esquecemos que envelhecer não acontece apenas com o externo do corpo. Nossa mente não funciona mais no mesmo compasso e os reflexos, dores pelo corpo, esquecimentos e indisposição para atividades nos lembram que estamos envelhecendo.
(imagens retiradas da Internet)
(imagens retiradas da Internet)

sábado, 4 de dezembro de 2010
Das coisas que nos prendem.
Muitas vezes entramos em uma luta para salvar nossa imaginária donzela presa numa torre. Enfrentamos todo tipo de obstáculos e quando imaginamos ter vencido e conquistado o coração de alguém que sempre esteve em nosso pensamento, vem uma desconfiança e o ciúme nos faz inimigos numa eterna busca de justificativas e resposta a dúvidas que quase nunca as tem. Essa doença não é demonstração de amor ou carinho, mas apenas a afirmação da posse e o príncipe vira sapo, a donzela uma bruxa horrenda que quer nosso coração para fazer suas inconfessáveis magias. O ciúme doentio nos mantém presos a coisas que não temos e muitas vezes não queremos. O egoísmo deste sentimento nos escraviza e impede que sejamos felizes. Gastamos muito tempo e energia buscando falhas nas atitudes do outro e ambos perdemos, encontrando ou não.
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